• Rafael Mariano

"Ação é resultado. Produza e serás recompensado; com sabedoria, experiência e quem sabe emprego."

Tenha vontade de ser. Poderia resumir esse argumento apenas nessa frase. Tenha vontade de ser. Mas muitos me perguntariam: o que é ser? Ser é buscar no seu mais profundo. É entender o porquê você veio a este mundo. Para ter? Ter o quê? Bens, ressentimentos, mágoas, raiva, injustiça, cara feia?


Não. Isso tudo você pode deixar para o mundo. Não quero dizer que você não precise satisfazer suas necessidades pessoais, se locomover ou viajar. Não é isso. Apenas estou dizendo para parar e ver o que realmente importa para você.

E o coração? Pergunto-me muito sobre esse órgão. Como alguém pode ter um coração assim. Como assim? Ter um coração? Todos nós temos um coração, mas precisamos sentir esse coração para assim termos realmente um.

Pergunto-te quando alguém preenche seu coração essa pessoa coloca sobre você algum material ou sentimento. Responde... Acertou! Sentimento. Agora acho que você me entendeu.


Sentimento é algo que não temos, mas sentimos. Aprenda ser não ter. Quando sentimos. O famoso felling, sabemos mais, vivemos mais como a vida é, nos preparamos para os desafios que enfrentaremos em nossa passagem pelo o que conhecemos de Terra.

Dentre todos os sentimentos, o que mais me agrada é a empatia. Veja só que bonito o significado:

Capacidade de compreender o sentimento ou reação da outra pessoa imaginando-se nas mesmas circunstâncias.

Capacidade de se identificar com outra pessoa; faculdade de compreender emocionalmente outra pessoa.

A palavra empatia se originou da fusão de duas palavras gregas, com seus respectivos significados:

- in: para dentro

- pathos: sentimento

Demais!!! Então é ou não é demais? Imagina você compreender a pessoa que te ama, compreender a reação da outra pessoa. Ser literalmente a outra pessoa.

Quando conquistei a minha oportunidade numa grande corretora de valores, diga-se de passagem, a maior corretora do país, eu vesti a camisa do então presidente, pensei o que seria interessante para ele naquela ocasião. Fui ao fundo da empatia, lapidei cada passo, cada reportagem sobre a empresa. E, finalmente, uma grande ideia. Ainda com o grande plano todo na cabeça, mandei um email, positivo e empreendedor para ele. Na ocasião não tinha nem mesmo o endereço eletrônico do presidente. Mas, após buscar informações de outros funcionários da empresa, percebi que os emails eram formados pelo nome.sobrenome@empresa.com.br, bom você já deve ter adivinhado que não foi muito difícil conseguir o email do presidente da empresa, mas mesmo assim, ainda teria a barreira de conseguir uma reunião com o próprio. Mandei o e-mail, sem o projeto montado, solicitando uma reunião, pois teria um projeto guardado a 7 chaves e que acreditava que aquele seria o momento de revelar. Mas que deveria apresenta-lo pessoalmente.


Para a minha alegria, e não surpresa, pois sabia que seria respondido, ele pediu que eu escolhesse, entre segunda-feira ou terça-feira, pois viajaria para Nova York na terça. Ávido e com agilidade, é importante ressaltar, agendei para segunda-feira, 17:00h, no luxuoso escritório da empresa localizado na Barra da Tijuca na capital fluminense. Impressionante. Aquela altura não tinha nada em mãos, era sexta-feira à noite. Pensei comigo, como pode, ele trabalhando na sexta-feira depois do expediente. E eu mandando um email para o presidente, dizendo que tinha um projeto maravilhoso, sem nenhum papel nas mãos e nem mesmo sem ter feito nenhuma apresentação em “Power Point”. Era loucura! Passeio o final de semana inteiro preparando a apresentação da minha vida. Nada de Power Point, queria inovar, fiz em Prezi (prezi.com), aliás, tive que aprender primeiro como fazer em prezi, pois só tinha ouvido falar. Fui com tudo. Segunda-feira de manhã, saí de casa, animado, positivo, empreendedor e agora sabendo o que queria, melhor sabendo o que o presidente da empresa queria. Empatia à flor da pele. Tudo pronto. Comecei o meu show, não era uma simples apresentação era um espetáculo conduzido com cadencia.


Como um músico dentro de uma orquestra, sabendo o momento certo de falar, de empolgar, de ouvir e pensar. Ufa, o presidente gostou, mas disse que não poderia me contratar assim, eu teria que fazer um processo seletivo como todo mundo. Que sabedoria! Essa empatia eu não tinha sentido.


Quase desanimei. Como sairia da minha cidade no interior do estado para trabalhar na capital. Como iria fazer?


Por incrível que pareça não tinha pensado muito nisso. Mas tive minha passagem de algumas semanas na empresa, fui contratado e registrado, foi muito gratificante e até hoje tenho amigos por lá. As portas estão abertas e sei que quando quiser eu posso voltar, voltar para o processo seletivo!

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